Corinthians é punido com proibição de transferências por dívida inesperada!
O Corinthians enfrenta uma situação complicada relacionada a uma dívida de aproximadamente R$ 33 milhões (cerca de US$ 6,1 milhões) pela aquisição do zagueiro equatoriano, realizada no início do ano passado. O clube mexicano Santos Laguna alega que somente recebeu a primeira parcela do pagamento, no valor de US$ 2 milhões, de um total acordado de US$ 6,5 milhões.
Em maio de 2024, o Santos Laguna decidiu acionar a Fifa após o término do prazo dado ao Corinthians para saldar a segunda parcela da dívida. O valor restante, de US$ 4,5 milhões, além de possíveis multas, ainda não foi quitado pelo clube paulista.
Após a notificação da Fifa, o departamento jurídico do Corinthians procurou recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte) para contestar a punição, mas não obteve sucesso em suas tentativas em todas as instâncias. O clube tinha até a última segunda-feira (11) para fazer o pagamento à vista, mas durante reuniões recentes não conseguiu chegar a um acordo satisfatório com o Santos Laguna.
Visando evitar um possível “transfer ban” que poderia impedir novas contratações, o Corinthians acelerou a contratação do atacante Vitinho, que já teve passagens pelo Flamengo e estava livre no mercado após sua experiência no futebol saudita. Ele foi oficialmente anunciado recentemente.
Além dessa situação, o clube ainda pode enfrentar outras duas punições referentes à contratação de Garro e à rescisão contratual de Matías Rojas. Ambos os casos estão em andamento desde o ano passado e em análise pelas instâncias esportivas competentes, com o Corinthians já tendo sido condenado pela Fifa em relação a essas situações, mas também recorrendo dessas decisões.
Neste contexto, as ações do Corinthians revelam a urgência em regularizar suas pendências financeiras para garantir não apenas sua estabilidade no mercado, mas também evitar restrições que poderiam afetar sua performance nas competições futuras. A pressão é alta para que o clube encontre soluções que conciliem os interesses financeiros e esportivos, mantendo-se competitivo.