Revelado: Plano Arrojado dos EUA para Administrar Gaza por Uma Década!
Um plano denominado “GREAT Trust” está sendo discutido pelo governo dos EUA, prevendo uma administração de Gaza por pelo menos uma década após o conflito. A proposta inclui a realocação da população local e a transformação do enclave em um centro turístico e industrial.
Segundo os detalhes do projeto, estima-se que a população de aproximadamente 2 milhões de pessoas em Gaza esteja sujeita a “partidas voluntárias” para outros países ou áreas designadas durante a reconstrução. Para facilitar essa transferência, há planos para a construção de “Áreas de Trânsito Humanitário”, onde os deslocados possam ser abrigados temporariamente.
Os proprietários de terras afetadas receberiam um “token digital” como compensação pelo direito de reconstruir seus imóveis. Além disso, cada palestino que deixar Gaza teria direito a um pagamento de US$ 5.000, junto com subsídios para aluguel por quatro anos e fornecimento de alimentos por um ano.
O plano é promovido por uma organização chamada Fundação Humanitária de Gaza (GHF), que tem o apoio do governo dos EUA e do exército israelense. Essa entidade utiliza empresas de segurança e logística para levar ajuda alimentícia para a região, em um contexto onde há críticas ao sistema tradicional de ajuda humanitária liderado pela ONU.
Recentemente, foram registrados mais de mil mortos em Gaza desde que a GHF começou suas operações, muitos deles enquanto tentavam acessar ajuda humanitária durante os ataques israelenses.
O presidente dos EUA expressou o desejo de transformar Gaza em “a Riviera do Oriente Médio”, o que gerou preocupações entre a população local e grupos humanitários sobre a possibilidade de uma realocação forçada. O exército israelense, por sua vez, intensificou suas operações na região, com ataques nas últimas semanas e a imposição de novas restrições ao acesso humanitário.
As circunstâncias em Gaza são alarmantes, com um relatório recente indicando que cerca de 514.000 pessoas, quase um quarto da população, estão em condições de fome nas áreas afetadas. Contudo, Israel contestou essas alegações, classificando-as como baseadas em dados tendenciosos.
Em meio a essa situação complexa, a resposta da comunidade internacional e a continuidade dos esforços humanitários permanecem vitais para a população de Gaza.