Dólar despenca para R$ 5,35: Impactos do cenário internacional e Selic em alta!

O dólar encerrou a última quinta-feira com uma leve queda no Brasil, cotado a pouco abaixo de R$ 5,35. Essa movimentação ocorreu após o Banco Central decidir manter a taxa Selic em 15% ao ano, indicando a intenção de manter os juros elevados por um período prolongado. Essa postura reforçou a percepção de que o Brasil continua a ser um destino atrativo para investidores.

Esse comportamento da moeda no mercado nacional acompanhou a tendência observada em outros países, onde o dólar também se desvalorizou em relação a moedas como o peso mexicano e o peso chileno.

Cotação do Dólar Hoje

No fechamento, o dólar à vista registrou uma leve queda de 0,23%, encerrando o dia a R$ 5,3493. Já o contrato futuro de dezembro, que é o mais líquido no Brasil, teve uma queda de 0,20%, com a cotação a R$ 5,3770.

Dólar Comercial

  • Compra: R$ 5,349
  • Venda: R$ 5,349

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 5,427
  • Venda: R$ 5,607

O dia começou com o dólar em queda frente ao real, impulsionado pelo ambiente favorável ao carry trade, que incentiva a entrada de capital estrangeiro no país. Isso aconteceu após o Banco Central sinalizar a manutenção dos juros em níveis altos por um tempo prolongado.

O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) teve um tom mais rígido, preocupado com a inflação, o que gerou a expectativa de um dia de "ressaca" na Bolsa de Valores e na curva de juros do Brasil.

Enquanto as atenções locais se concentram na política de juros, o cenário internacional destaca a Cúpula de Chefes de Estado da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em Belém, Pará. Este evento, em parceria com o governo brasileiro, reúne líderes globais para discutir soluções para a crise climática e os caminhos para uma transição energética justa e sustentável.

Participam da cúpula líderes como Emmanuel Macron da França, Ursula von der Leyen da Comissão Europeia, Cyril Ramaphosa da África do Sul, William Ruto do Quênia e Sir Keir Starmer do Reino Unido.

Essa dinâmica no mercado financeiro e as discussões no âmbito internacional refletem um cenário complexo, mas que pode criar oportunidades interessantes.

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