Aiatolá Khamenei: EUA Cometem um ‘Grande Erro’ ao Atacar o Irã!
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, fez seu primeiro pronunciamento desde os recentes ataques dos Estados Unidos, os quais miraram instalações nucleares iranianas. Em uma postagem na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter), Khamenei afirmou que o “inimigo sionista” cometeu um “grande erro” e que “deve ser punido”. Ele reiterou que esse castigo já está ocorrendo.
O ataque realizado pelos Estados Unidos visou três principais instalações nucleares no Irã: Fordow, Natanz e Isfahan. O presidente americano, Donald Trump, descreveu a ação como uma “medida defensiva” para proteger tanto os EUA quanto seus aliados, utilizando bombas de artilharia pesada para impedir o desenvolvimento nuclear iraniano.
Os detalhes foram divulgados em uma coletiva no Pentágono. De acordo com o secretário de Defesa e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA, as ofensivas ocorreram em horários da madrugada local no Irã, com mísseis Tomahawk sendo os últimos a atingir os alvos.
O bombardeio envolveu o uso do B-2 Spirit, um bombardeiro da Força Aérea dos EUA, e marcou uma das maiores operações desse tipo na história do modelo. A importância desta missão foi destacada com o lançamento de 14 bombas de armamento especial, projetadas especificamente para penetrar instalações fortificadas.
O governo iraniano elevou o tom após os ataques, com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, denunciando a ação americana como uma violação da Carta da ONU e do direito internacional. Araqchi também anunciou que Teerã solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.
A comunidade internacional já reage, com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, apoiando a ação dos EUA, afirmando que ela representa um passo significativo em direção à paz, embora por meio da força.
Esse cenário complicado reflete as tensões persistentes na região. O mundo observa atentamente os desdobramentos e as consequências que esses ataques poderão ter tanto para o Irã quanto para a dinâmica geopolítica mais ampla.