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Com a ocorrência crescente de eventos climáticos extremos no Brasil, muitos setores estão se adaptando a essa nova realidade. O presidente da FenSeg destaca um aumento na demanda por seguros que ofereçam coberturas mais abrangentes e limites de indenização mais altos, adequando-se assim aos riscos maiores associados a esses eventos.
No que diz respeito a maquinários, é importante mencionar que existe a possibilidade de cobrir danos a ferramentas e equipamentos por meio de apólices específicas. O presidente da FenSeg aponta para duas soluções principais de seguro voltadas para grandes riscos: Riscos Nomeados e Riscos Operacionais, também conhecido como “All Risks”.
Na modalidade de Riscos Nomeados, as coberturas são detalhadamente listadas na apólice. Isso significa que, por exemplo, se um vendaval causar danos ao maquinário, essa indenização será feita, mas apenas se a apólice incluir essa cobertura específica.
Por outro lado, o seguro “All Risks” é um pouco diferente. Ele cobre uma ampla gama de incidentes, exceto aqueles que são expressamente excluídos no contrato. Contudo, vale a pena ressaltar que, para que danos ao maquinário causados por eventos como vendavais sejam cobertos, o segurado precisa contratar uma cobertura adicional específica chamada “Quebra de Máquinas”.
Sem essa cobertura, apenas a estrutura civil e o conteúdo geral — como matérias-primas e produtos acabados — estariam protegidos contra os danos causados por um vendaval, deixando o maquinário sem cobertura.
Para indústrias de porte considerável, a inclusão da cobertura de Quebra de Máquinas é essencial, já que ficar exposto a esses riscos sem proteção pode representar um grande desafio financeiro. Nesse contexto, a escolha do seguro adequado se torna fundamental para garantir a segurança e a continuidade das operações.