A mais recente atualização sobre o ranking de sócios-torcedores revela que os clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro contam com aproximadamente 1,4 milhão de sócios ativos. Entre os times que se destacam, Palmeiras, Internacional, Atlético-MG, Grêmio e Flamengo são os únicos com mais de 100 mil sócios.
Esse levantamento foi realizado com o apoio de todos os clubes das duas principais divisões do futebol brasileiro, levando em consideração as diferentes políticas de contagem de sócios. Por exemplo, o Palmeiras e o Grêmio não incluem em suas contagens aqueles sócios que estão inadimplentes por mais de três meses.
Confira os vinte clubes com o maior número de sócios-torcedores em dia:
- Palmeiras – 184.712
- Internacional – 111.021
- Atlético-MG – 106.452
- Grêmio – 104.823
- Flamengo – 100.000* (número aproximado)
- Corinthians – 84.737
- Cruzeiro – 83.172
- Bahia – 75.000* (número aproximado)
- Botafogo – 68.541
- Santos – 67.621
- São Paulo – 54.613
- Vasco – 44.115
- Ceará – 43.354
- Fortaleza – 40.023
- Fluminense – 39.592
- Vitória – 32.890
- Athletico-PR – 32.000* (número aproximado)
- Coritiba – 29.500
- Sport – 23.190
- Criciúma – 16.000* (número aproximado)
O programa de sócios Avanti, do Palmeiras, que mantém a equipe na liderança, gerou uma receita significativa de cerca de R$ 30 milhões até maio, mostrando um crescimento considerável em relação ao ano anterior.
O Internacional, por sua vez, recuperou a segunda colocação, aumentando em 4% o número de sócios, mesmo com uma leve perda de quase sete mil sócios. O Atlético-MG, embora tenha visto uma redução no número, permanece entre os três primeiros.
Grêmio e Flamengo completam o top 5 da lista. É importante destacar que o Flamengo continua a ter a maior torcida do Brasil, conforme apontado em recentes pesquisas.
Outro destaque é o impacto do retorno de Neymar ao Santos, que resultou no maior crescimento de associados entre os clubes da elite, passando de 46,8 mil para 67,7 mil sócios.
Esta atualização mostra não apenas o engajamento dos torcedores, mas também a importância dos programas de sócios para a sustentabilidade financeira e o desenvolvimento dos clubes no cenário nacional.