Escândalo à Vista: Advogado de Trump Media Envolvido em Relatório da PF! Descubra o que Está Acontecendo!

A Polícia Federal mencionou o advogado Martin De Luca, representante da Trump Media Group e da plataforma Rumble, em seu relatório final sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O documento aponta que houve contatos frequentes entre eles, principalmente relacionados a ações judiciais e comunicações públicas. Além disso, o relatório destaca publicações de De Luca nas redes sociais expressando apoio a Bolsonaro.

De Luca atua em ações contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em tribunais nos Estados Unidos, questionando decisões que envolvem as duas empresas que representa. A PF relata que mensagens extraídas do celular de Bolsonaro indicam que ele recebia orientações, petições e solicitações de entrevistas de De Luca.

Segundo a investigação, ambos compartilhavam interesses em ampliar críticas ao STF, especialmente em relação a Moraes. Em uma troca de mensagens, Bolsonaro enviou a De Luca uma minuta de publicação elogiando uma carta de Donald Trump a Lula sobre tarifas de importação, pedindo que o advogado revisasse o texto. De Luca respondeu que prepararia um resumo para melhorar essa comunicação. No dia seguinte, enviou uma petição da Trump Media e Rumble contra Moraes, que já havia sido protocolada nos Estados Unidos.

Em outra mensagem, Bolsonaro sugeriu que a solução para a questão das tarifas seria uma “anistia/liberdade” para ele. A PF encontrou uma cópia impressa desse documento em sua residência.

### Indícios de Desvio de Finalidade

A PF considera que as conversas entre Bolsonaro e De Luca evidenciam um possível desvio de finalidade nas ações judiciais contra Moraes. O relatório sugere que essas condutas podem se caracterizar como coação judicial, violando o artigo 344 do Código Penal. Além disso, menciona obstrução de investigação criminal envolvendo organização criminosa.

### Resposta de De Luca

Martin De Luca contestou as alegações da Polícia Federal em uma nota publicada em suas redes sociais. Ele acusou Alexandre de Moraes de promover uma “campanha de censura” e afirmou que continuará atuando de maneira transparente e profissional, sem receios. O advogado ressaltou que a verdadeira responsabilização de Moraes deverá ocorrer nos tribunais dos Estados Unidos, e não em relatórios policiais.

A investigação também destacou que, em 14 de julho, De Luca enviou a Bolsonaro uma petição apresentada à Justiça norte-americana, que, segundo a PF, teria como objetivo complementar uma ação contra o ministro Moraes. O relatório considera essa comunicação como um indício relevante de desvio de finalidade nos processos judiciais.

A situação continua a ser acompanhada, já que as implicações legais e políticas dessa relação entre o ex-presidente e seu advogado podem ter desdobramentos significativos.

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