Furacão Melissa: Imagens Impactantes da Devastação que Deixou para Trás!

O furacão Melissa atingiu Cuba como um sistema de categoria 3 na manhã de quarta-feira (29), apresentando ventos intensos de quase 300 km/h após sua passagem pela Jamaica. Espera-se que o movimento do furacão siga diretamente para o sudeste cubano nas próximas horas, trazendo consigo fortes ventos, chuvas torrenciais e um risco significativo de maré de tempestade, com níveis podendo chegar a 3,6 metros acima do normal no mar.

Até o momento, o Melissa já resultou em pelo menos sete mortes, com vítimas na Jamaica, Haiti e República Dominicana. Na Jamaica, cerca de 15 mil pessoas buscaram abrigo em locais de emergência, como delegacias e centros comunitários, em resposta aos danos extensos observados, especialmente na paróquia de St. Elizabeth. O primeiro-ministro jamaicano declarou o país como “área de desastre” para combater a especulação de preços de alimentos e recursos, uma vez que a população enfrenta escassez.

Na terça-feira, mais de 500 mil pessoas na Jamaica estavam sem energia elétrica, com os danos mais severos observados no oeste do país, afetando cerca de 77% dos consumidores da companhia de energia local. A conectividade da internet também caiu drasticamente, com apenas 30% da normalidade registrada no final do dia.

Os ventos do furacão Melissa alcançaram 298 km/h na terça-feira, igualando a velocidade de outros furacões que marcaram a história, tornando-se a segunda tempestade mais forte desde 1851, atrás apenas do furacão Allen, que teve ventos de 306 km/h. Ao atingir a terra, Melissa empatou em força com furacões significativos, como o Dorian em 2019 e um furacão de 1935 que afetou os Florida Keys, posicionando-se entre os mais poderosos que já impactaram o Atlântico.

Melissa é o terceiro furacão de categoria 5 da temporada de 2025, seguindo Erin e Humberto, e representa um recorde notável, considerando que a temporada de 2005 teve quatro furacões dessa intensidade.

Ao comparar a intensidade de Melissa, seus ventos superam os do furacão Gilbert, que até então era o mais forte a atingir a Jamaica, com ventos de 209 km/h. A reavaliação da intensidade do furacão será feita pelo Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos nos próximos meses, o que pode alterar seu posto na história climática.

Neste momento crítico, a população e as autoridades estão focadas em assegurar a segurança e a recuperação das áreas afetadas enquanto monitoram os desdobramentos da tempestade.

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