O gramado sintético da Arena Condá, implantado este ano pela Prefeitura de Chapecó em parceria com a Associação Chapecoense de Futebol, tem atraído a atenção de clubes de futebol, podendo até servir como modelo para o Allianz Parque, estádio do Palmeiras. O técnico da equipe paulista, Abel Ferreira, expressou insatisfação com o campo atual, e o gramado da Arena Condá se destaca como uma alternativa viável.
A grama sintetizada na Arena Condá, fornecida pela mesma empresa que atua no Allianz Parque, possui 60 milímetros de altura, dez milímetros a mais que o gramado do estádio palmeirense. Essa característica tem gerado elogios tanto por parte dos jogadores quanto da comissão técnica e da direção da Chapecoense, que destacam a qualidade do novo campo.
A decisão de substituir o gramado tradicional foi resultado de conversas entre o prefeito de Chapecó e a direção do clube. O problema de umidade próximo à goleira da Ala Norte, aliado aos altos custos de manutenção do gramado anterior, foram fatores determinantes na escolha. A licitação para a nova instalação foi lançada no ano passado, e os trabalhos começaram no início deste ano.
A empresa Soccer Grass venceu a licitação com uma proposta de R$ 3.649.000,00, oferecendo um valor 34% inferior ao esperado. O novo gramado foi inaugurado em abril, durante uma partida entre a Chapecoense e o Coritiba, válida pela Série B do Campeonato Brasileiro. Ele foi projetado não apenas para suportar o calendário intenso de jogos e treinos, mas também para sediar de 7 a 8 shows por ano.
A receptividade do novo gramado trouxe um motivo a mais de orgulho para a cidade. A qualidade da grama, que atende ao selo FIFA, reafirma a decisão de investir na modernização do estádio e destaca seu potencial no cenário esportivo. Além disso, há a expectativa de que a Chapecoense retorne à Série A no próximo ano, consolidando ainda mais a importância da Arena Condá como um espaço adaptado às necessidades contemporâneas do futebol e do entretenimento.