Segredos do Tite: O que o pai disse sobre seu trabalho no Santos!

Matheus Bachi, filho do técnico Tite e atualmente auxiliar de Cléber Xavier no Santos, tem ressaltado a importância das conversas com seu pai para o aprimoramento do seu trabalho no clube. Mesmo com Tite não presente no dia a dia da equipe, ele fornece análises e feedbacks que são cruciais para que Matheus tome decisões embasadas dentro da comissão técnica.

Em suas interações, eles discutem o desempenho da equipe, o comportamento dos jogadores e as estratégias que são adotadas durante os jogos. “Conversamos bastante. Embora ele não esteja no cotidiano do time, analisamos aspectos do jogo e o que poderia ser feito de diferente. Essa troca de ideias nos ajuda a direcionar algumas decisões”, explicou Matheus em uma entrevista.

Ele destaca que ter um mentor como Tite é extremamente valioso. “É bom ter alguém que admiramos e que já alcançou grandes conquistas. Isso traz uma nova perspectiva ao nosso trabalho”, complementou.

A comissão técnica do Santos, além de Matheus e Cléber, conta com César Sampaio, que também trabalhou com Tite, e Fábio Mahseredjian, preparador físico. Juntos, eles trazem uma rica experiência acumulada na Seleção Brasileira nos últimos anos.

No que diz respeito ao desempenho do time, o Santos venceu recentemente o Juventude por 3 a 1 no Morumbi. Apesar do resultado positivo, a atuação não foi bem recebida pelos torcedores, que esperam mais do Alvinegro Praiano, principalmente após ter deixado a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Na próxima partida, o Santos enfrentará o Cruzeiro, no domingo, às 18h30, no Mineirão. O Cruzeiro está atualmente em segundo lugar na tabela, empatado em pontos com o líder Flamengo.

Em 13 jogos sob a direção de Cléber Xavier, a comissão técnica acumulou 4 vitórias, 4 empates e 5 derrotas, com um aproveitamento de 41%. O time marcou 12 gols, o que representa uma média de 0,9 por jogo, e sofreu 14 gols, com uma média de 1,1 por partida.

Assim, o Santos segue sua trajetória marcada por desafios e expectativas, buscando um desempenho que corresponda ao potencial da equipe.

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