Urgência no Hospital: A Infecção que Rouba a Chance da Minha Filha!
Celina, uma menina de apenas cinco anos, estava enfrentando sérios problemas de saúde. Apesar de estar conversando e se movendo com dificuldade, sua mãe, Lucinara, não sabia o quão grave a situação realmente era. Ela foi medicada com antibiótico e recebeu suporte de oxigênio de alto fluxo, mas, em um momento crítico, parou de urinar. Isso gerou a necessidade de um encaminhamento para a UTI de um hospital em Bento Gonçalves, pois o local onde estava não tinha os recursos necessários para seu atendimento.
Para o transporte, a equipe médica informou que a menina precisaria ser intubada, mas o médico responsável não autorizou o procedimento, alegando que não podia arriscar a vida dela. Nesse momento de aflição, Lucinara ficou ainda mais angustiada, já que a ambulance não possuía o oxigênio que Celina estava usando.
Durante a madrugada, a febre alta retornou. Lucinara recorda que, antes do pior acontecer, Celina falou sobre seus irmãos e até cantou um pedacinho de uma música que costumava entoar com um deles. Infelizmente, logo após, ela foi intubada e sofreu uma parada cardíaca. A equipe médica tentou reanimá-la durante 50 minutos, mas, tragicamente, ela não resistiu.
Lucinara e seu parceiro ficaram devastados com a perda de Celina. Sentindo que a situação poderia ter sido diferente, eles acreditavam que um atendimento mais eficiente poderia ter salvado a vida da filha.
No laudo pericial que foi elaborado, a causa da morte foi classificada como “desconhecida”. Os especialistas mencionaram um histórico de infecção respiratória, insuficiência respiratória, leucopenia e choque, além de evidências que poderiam indicar síndrome hemorrágica, leucemia ou choque séptico, entre outros problemas de saúde.
A história de Celina é uma lembrança da fragilidade da vida e da importância de um atendimento médico adequado e ágil.